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Compete tem 400 milhões para apoiar projectos de investimento de empresas” PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Reestruturação do QREN visa maximizar o apoio ao empreendedorismo e inovação (em Portugal).
Os sistemas de incentivos do QREN será o tema-chave abordado por Franquelim Alves, gestor do Compete, na conferência Diálogos da Internacionalização, que terá hoje lugar na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.
Quanto é que está, de facto, disponível em fundos do QREN para apoiar as empresas?
No âmbito do Compete, cerca de 73% da dotação global do programa, superior a 5,5 mil milhões de euros, está afecta ao apoio directo ao investimento empresarial através dos Sistemas de Incentivos QREN (SI I&DT, SI Inovação e SI Qualificação e Internacionalização das PME) e dos instrumentos de Engenharia Financeira (Fundos de Capital de Risco, Business Angels e Linhas de Crédito). Considerando os compromissos actuais corrigidos com a taxa de desactivação, e sem considerar eventuais efeitos da Reprogramação Estratégica do QREN, existirá uma disponibilidade de cerca de 400 milhões de euros para apoiar projectos de investimento de empresas até ao final do actual quadro comunitário. Estes valores dizem respeito exclusivamente ao Compete.

O QREN tem estado a ser reestruturado. Quais são as novas linhas de força?
No que respeita ao Compete podemos dizer que está em curso um processo de reestruturação com o objectivo de maximizar dos efeitos de apoio ao empreendedorismo e a inovação, reforçando a competitividade das empresas portuguesas e apoiando o seu esforço de afirmação num mercado fortemente globalizado e concorrencial.

Até que ponto os apoios existentes podem ser reorientados para a internacionalização e as exportações?
A prioridade dada no âmbito dos Sistemas de Incentivos QREN para o apoio à internacionalização e às exportações tem sido constante desde o seu início, registando-se uma forte concentração no apoio a empresas inseridas em sectores com potencial de exportação. Todos os apoios às empresas estão direccionados para as empresas de bens transaccionáveis.
Fonte:Diário Económico